F1 2009′ Bélgica: Raikkonen dá seus tragos Agosto 30, 2009
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Eu tinha escrito um texto, e dessa vez tinha ficado legal, eu juro. Mas a internet me avacalhou, o programinha não postou, não copiei. Perdi.
Tá, eu adorei a corrida da Force India. Sutil meu ídolo. E não estou com vontade de escrever tudo de novo.
Corrida: Raikkonen, Fisichella, Vettel.
Campeonato: Button, Barrichello, Vettel, Webber.
F1 2009′ Europa: Barrichello vence Agosto 24, 2009
Posted by Gabriel Marcondes in F1.1 comment so far
Olhem só, caros colegas. Quando a Ferrari ou a Brawn caga na estratégia ou na parada de um dos brasileirinhos, tal cagada passa a ser a única e inquestionável causa da não-vitória do piloto brazuca.
E quando a McLaren faz uma merda daquela na parada do Hamilton? Nah, foi só uma ajudinha.
Ai, meu saco!
Certo, Rubens correu bem, e teria brigado pela ponta no final se Hamilton não tivesse sido prejudicado no pit stop. O que quer dizer que Rubinho não venceria, porque ninguém passa ninguém naquela pista.
Enfim. Meu ombro me perturba e não me alongarei.
Corrida: Barrichello, Hamilton, Raikkonen.
Campeonato: Button, Barrichello, Webber, Vettel.
Até semana que vem.
Valeu a Pena, Amigos Campeões? Agosto 16, 2009
Posted by Gabriel Marcondes in Indefinido.6 comments
Com tristeza – obviamente devida às minhas preferências musicais – tenho notado em festas de formatura o sumiço de “We Are The Champions”, dos ingleses do Queen, e sua troca por “Pescador de Ilusões”, do Rappa.
Por mais que pareça legalzinho dizer “valeu a pena, ê ê” junto dos seus amigos, todos bêbados, esta música não chega nem aos pés da imponência da voz de Mercury e dos solinhos de May o acompanhando.
No vídeo, o Queen tocando “We Are The Champions” em Montreal, 81. Desculpem-me pelo shortinho do Freddy Mercury. Ah, na versão ao vivo não tem os solinhos. Mas é ótimo, mesmo assim.
Ainda estou estudando entrar com um processo por danos morais contra as bandas da minha formatura, que não tocaram essa música em nenhuma das festas e me deixaram a ver navios. E também nem tocaram “Sandra Rosa Madalena”, mas aí já não vem ao caso.
O esvaziamento de Ribeirão Preto Agosto 12, 2009
Posted by Gabriel Marcondes in Indefinido.Tags: bh, Ribeirão Preto
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Todas as contas abaixo se baseiam em fatos sólidos observados por mim.
Quando vou pra Minas, pego um buzão Presidente São Carlos – Belo Horizonte. Noto sempre que, após passar em Ribeirão Preto, o ônibus vai lotado para BH. 40 pessoas todos os dias vão pra lá.
Mas noto também, quando faço o caminho de volta, que o buzão nunca enche. A maioria desce em Franca e acabam descendo só uns 10 em Ribeirão Preto.
Sendo assim, chegamos à conclusão científica que todos os dias a população de BH aumenta em 30 e a de Ribeirão Preto diminui estes mesmos.
E considerando os dados do IBGE de 2008 em versão acochambrada – BH tem 2,5 milhões de habitante, Ribeirão Preto tem 560 mil – chegamos à conclusão também científica e rigorosa de que em 51 anos, toda a população de Ribeirão Preto terá ido para Belo Horizonte.
Ou seja, em 2060 BH terá 3,1 milhões de habitantes e Ribeirão Preto, zero.
Como queríamos demonstrar.
Meia-Armador e o Cachorro Agosto 7, 2009
Posted by Gabriel Marcondes in Montagens.Tags: beethoven, cruzeiro, wagner
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Essa merda toda só pra sugerir o Wagner e Beethoven, blog bem bacana do Mauro A., com quem pude conversar no SESC São Carlos na última quarta. Um post sobre isso, a gente fica no aguardo para que o Gaúcho faça, porque foi ideia dele primeiro.
(Pra quem não pegou a sutileza, o jogador é o Wagner do Cruzeiro, e o cachorro é o Beethoven do filme…).
E conheçam também o trabalho do João, outro que estava lá.
Fico devendo uma foto da repórter gostosa que entrevistou o Gaúcho, a namorada dele, e eu.
Aeroporto Agosto 5, 2009
Posted by Gabriel Marcondes in Futebol.Tags: Futebol
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Hoje acordei um pouco atrasado. Peguei o carro e toquei pro aeroporto. Sentei a bota. Se eu fizesse uma média de noventa por hora- incluindo o trecho de cidade- eu conseguiria chegar junto do avião. Torcendo pra não levar multa, acelerei como nenhum Barrichello jamais acelerou.
Puxei o cartaz que estava no banco do passageiro, e que eu teria deixado em casa, não fosse a minha mãe tê-lo jogado pela janela quando eu já estava no quintal abrindo a caranga. Era bem simples, com um “BEM VINDO” em letras azuis garrafais. Não sei se deveria ter hífen, mas mandei a regra às favas, já que o alvo do cartaz provavelmente sabe ainda menos de português que o Lula.
Desci no terminal, procurei o desembarque internacional. Consultei as telas pra saber se o voo vindo da Espanha já tinha pousado, e tinha. Fui para a porta e desenrolei o cartaz.
Pessoas e mais pessoas passavam, e nada daquele que eu esperava. O fluxo foi ficando cada vez menor, até praticamente acabar.
Fui tomar um café, nessas lanchonetes que cobram os olhos da cara. Mas valeria a pena a espera e o custo, eu tinha certeza. Logo mais chegaria um voo da França.
E no da França também não apareceu ninguém, nem no seguinte, da Itália.
Almocei em outra das lanchonetes e voltei à minha espera. E assim, durante toda a tarde, esperei por voos da Suíça, Portugal, Argentina, Inglaterra, Bélgica. Meio mundo passou na minha frente, e ninguém apareceu. Só o que vi foram rostos desconhecidos, muitos escondidos com máscara.
Cansado e, por mais um dia, desanimado, voltei pra casa. A tempo de chegar pra assistir o meu programa de esportes favorito. Quem sabe, houvesse um anúncio do presidente do clube e amanhã chegue um reforço internacional pro meu time?
O carro já está reabastecido, e amanhã vou acordar mais cedo pra ir com mais tranquilidade ao aeroporto.






