F1 2009’ Bahrein – Button vence com tranquilidade Abril 27, 2009
Posted by Gabriel Marcondes in F1.3 comments
Pra tirar a graça de quem torcia por mais uma vitória de Vettel, os carros da Brawn (ou pelo menos a metade deles que é pilotada por gente competente) voltaram a apresentar um desempenho muito superior ao resto.
Claro que isso de modo algum tirou meu humor. E mais tarde, lógico, ainda vi meu time meter cinco no adversário local, outra vez. Mas isso não vem ao caso, só cito porque isso é muito bom. Hehe.
No fim das contas, Button venceu sua terceira corrida em quatro na temporada. Começa a abrir alguma vantagem, embora ainda seja cedo, já é uma vantagem- e que tende a aumentar um pouco nas próximas corridas até que as outras equipes alcancem a Brawn.
Achei legal: Ferrari só se ferra, e Rubinho tomando côro do companheiro de equipe. McLaren começa a achar o caminho.
Não gostei: Tive que fazer duas paradas rápidas durante a corrida, mas não perdi nenhuma posição por isso.
Galvão tá chato, hein ô!
Classificação, GP do Bahrein: 1 Button, 2 Vettel, 3 Trulli, 4 Hamilton, 5 Barrichello, 6 Raikkonen, 7 Glock, 8 Alonso
Classificação do Campeonato:
1. Button (Brawn-Mercedes) 31
2. Barrichello (Brawn-Mercedes) 19
3. Vettel (Red Bull-Renault) 18
4. Trulli (Toyota) 14,5
5. Glock (Toyota) 12
6. Webber (Toyota) 9,5
7. Hamilton (McLaren-Mercedes) 9
8. Alonso (Renault) 5
Daqui a duas semanas, GP da Espanha. E eu espero estar com uma internet melhor…
De molho Abril 24, 2009
Posted by Gabriel Marcondes in Indefinido.1 comment so far
Vim para MG uma semana atrás, pra descansar um pouco e emendar o feriadão de Tiradentes. Acabei tendo um problema de saúde quando estava por voltar para SP e, por isso, agora estou de molho e terei que ficar mais uns dias ‘afastado’ pra fazer exames e consultas médicas.
Fanfarrão o doutor: quando se começa a comer menos e fazer mais exercícios físicos, um médico te mandar comer de 3 em 3 horas e ficar quieto sem esforço algum. (Não, senhores espertinhos, não foi o exercício físico que me causou isso).
Como a internet aqui é ruim, é árdua a tarefa de escrever e ler. Por isso não tenho postado nada, mas vou tentar manter pelo menos a F1 em dia aqui. Quanto aos outros, pelo menos tenho lido; é um esforço que nunca deixo de fazer, embora não tenha comentado muito nos blogs ‘parceiros’, e fique praticamente impossível baixar e ouvir podcasts.
Mais informações em breve, ou não.
Vettel ganha outra amanhã?
F1 2009 China – Tião derruba domínio da Brawn! Abril 19, 2009
Posted by Gabriel Marcondes in Indefinido.1 comment so far
Comentário rápido desta vez, porque fugi pra Minas e aqui em casa a internet é sofrível.
Vettel fez corrida brilhante, Webber também esteve muito bem, e com isso a Red Bull chegou à sua primeira vitória com dobradinha. A Brawn viu um passeio da dupla movida do energético, com um desempenho irreconhecível principalmente do terço final da corrida.
Ferrari é de dar dó. Nelsinho e Bourdais não vão durar nem meio ano. Barrichello vai levar côro do Button o ano inteiro. Kovalainen conseguiu completar uma volta, aliás, completou a corrida! McLaren melhorou um pouco, mas tá longe do que deveria. E recado pro Galvão: o Massa rodou trocentas vezes na Inglaterra ano passado, lembra? E não teve nada de “controlar o ímpeto”. Ah, Hamilton é campeão mundial, seu Massinha e seu Rubinho não.
GP da China: Vettel (Red Bull), Webber (Red Bull), Button (Brawn), Barrichello (Brawn), Kovalainen (McLaren), Hamilton (McLaren), Glock (Toyota), Buemi (Toro Rosso).
Classificação do Mundial:
1. Button (Brawn Mercedes) 21
2. Barrichello (Brawn Mercedes) 15
3. Sebastian Vettel (Red Bull Renault) 10
4. Timo Glock (Toyota) 10
5. Mark Webber (Red Bull Renault) 9,5
6. Jarno Trulli (Toyota) 8,5
7. Nick Heidfeld (BMW) 4
8. Alonso (Renault) 4
9. Heikki Kovalainen (McLaren Mercedes) 4
10. Lewis Hamilton (McLaren Mercedes) 4
14. Felipe Massa (Ferrari), 20. Nelson Piquet (Renault) 0
Inté
Desafio para engenheiros de plantão Abril 19, 2009
Posted by Marcondes in Indefinido.1 comment so far
1a. Lei de Kirchhoff (lei das correntes, ou lei dos nós) – Num dado nó, a soma das correntes que entram é igual à soma das correntes que saem. Ou seja, um nó não acumula carga.

2a. Lei de Kirchhoff (lei das tensões, ou lei das malhas) – A soma algébrica das tensões, num percurso fechado, é nula.

Exercício:
Baseando-se nas leis de Kirchhoff, equacione os circuitos apresentados nas figuras abaixo:


recebi por e-mail.
30001 Abril 11, 2009
Posted by Gabriel Marcondes in Indefinido.1 comment so far
Desenterrado do meu HD, escrito em dezembro passado…
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O Professor Mark terminou de revisar os cálculos: estava tudo certo. Uma grande descoberta estava ali naquele maço em suas mãos, mas antes de divulgar ao público e colocar em prática, era preciso debater as implicações.
Chamou seu aluno-assistente, John, para conversar. Um rapaz brilhante, haveria de ser uma boa conversa.
_ John, finalmente consegui terminar a prova daquilo em que estava trabalhando. Agora quero conversar com você sobre viagens no tempo.
_ Ótimo, professor. Vai tirar do papel?
_ É o que pretendo. Mas tenho que pensar- e por isso o chamei- no que acontecerá ao universo, ou à mim, caso o faça.
_ Vamos ter que pensar sobre a natureza do tempo. Já li artigos defendendo a hipótese de que ele é mais uma dimensão de espaço, que percebemos de modo diferente.
_ Sim, conheço a tese, os autores têm ótimos argumentos. Segundo eles, o passado, o presente e o futuro existem “o tempo inteiro”, como nós perceberíamos. É como uma pista de corrida: já passamos pelo primeiro metro, mas ele continua lá, sempre. Viajando no tempo seria possível ir a qualquer instante da história da Terra e ver tudo acontecer outra vez, exatamente da mesma maneira.
_ Eu imagino já um problema aí: se o tempo for assim, continuamente um novo Professor aparecerá no passado. Infinitamente. Acho que o universo, ou pelo menos a parte dele em que chegar, entraria em colapso. E isso seria um paradoxo, pois proibiria que você voltasse no tempo.
_ Ótimo! Bem observado. Poderia apresentar a hipótese da passagem discreta do tempo, mas isso só discretizaria a infinita chegada no passado. E tal discretização do tempo pode ser apenas conseqüência do nosso modo de percepção.
_ Mas há uma saída. Estamos levando em consideração que a história se repetirá toda novamente. Mas se você aparecer lá atrás, uma mínima interferência poderá mudá-la. E assim o senhor poderá, por exemplo, evitar que um novo professor viaje ao passado.
_ Sim, entendo. Poderia por exemplo evitar que a possibilidade de viagem fosse descoberta. “Mas assim você nem viajaria, e teríamos um outro paradoxo”, pode ser o argumento, mas o rechaço: é uma nova linha do tempo, uma nova história, o que serve pra explicar a invalidez do primeiro paraoxo também. Suprimir a possibilidade de viagem apenas evitaria o aparecimento contínuo de vários “Eu” no passado, sem levantar paradoxos.
_ Tenho uma nova hipótese… e se o universo for algo subjetivo, algo produto da sua imaginação. Então apenas o tempo em que você estiver existirá, e não teremos os tantos professores.
_ Ah, agora você levanta uma questão que toca na consciência do ser humano. Quando eu chegar lá no passado, haverá dois de mim. E eu só sentirei o “meu” corpo, e não os dois. A consciência é produto da existência do cérebro, seremos como dois animais idênticos, mas não seremos o mesmo. Isso se estende para um número infinito de “mim”.
_ Sim. Vamos fazer um balanço: caso a história se repita, o universo se colapsa, em uma nova história; caso contrário, teremos infinitas histórias paralelas, cada uma delas começando com uma viagem sua e com um professor a mais!
_ Uau! Que universo horrível seria… Hehehe!!!
_ Ou seria um universo bem mais inteligente!
_ Obrigado… vou ainda analisar os dados pra tentar achar um indício do que acontecerá, mas creio que esta última seja a hipótese mais plausível.
_ Certo. Marque uma data para a viagem.
_ Mês que vem. E vou voltar para o ano passado, quando comecei a estudar o caso.
_ Não, não irá. Se o fizesse, já teria encontrado a si próprio em tal época! Estamos ainda numa história com um só de você.
_ Ha… ótimo. Então podemos prever o futuro: eu não planejarei voltar numa data anterior a hoje!
_ Faz sentido.
_ Voltarei amanhã.
_ Estarei com o senhor para recebê-lo…
E no dia seguinte, acabou o universo. Pelo menos na minha linha de tempo.
___
“Olha só! Foi por isso que várias tentativas de criar o universo deram errado: eles se explodiam logo no primeiro minuto!” Deus
F1 2009 Mar – ásia: Button Combo Abril 5, 2009
Posted by Gabriel Marcondes in F1.Tags: F1, Fórmula 1
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Eu achando que o Rorschach Rosberg ia ganhar, depois de uma largada incrível, com o Button caindo pra quarto. Ledo engano. A Brawn continua forte, e o inglês que vencera a primeira corrida, se recuperou com autoridade e venceu esta outra.
Uma chuvarada que não lembro outra senão aquela na re-estreia da pista de Fuji, deixou tudo escuro e a pista virou um lago. Ou um mar. Marásia. Ha!
A Ferrari cagou na prova do Raikkonen, e assim como a McLaren, ainda está muito longe do desempenho das Brawn, Williams e Toyota. Aliás, ponto para a Toyota e Glock, que apostaram no pneu certo (intermediário) na hora que a chuva começou. Assim o alemão pode chegar ao pódio, e a Toyota coloca um piloto entre os 3 primeiros pela segunda vez consecutiva.
E sortudo o Heidfeld, que fez nada, fez nada, acabou em segundo.
A Imagem do dia: Raikkonen de bermuda, tomando picolé e pegando uma coca-cola na geladeira, enquanto o resto ainda dentro ou perto dos carros…
A não ser que alguém tenha sido desclassificado ou pego mentindo, e eu ainda não tenha sabido, o resultado final:
1 Button (Brawn), 2 Heidfeld (BMW), 3 Glock (Toyota), 4 Trulli (Toyota), 5 Barrichello (Brawn), 6 Webber (Red Bull), 7 Hamilton (McLaren), 8 Rosberg (Williams)
Como a prova terminou muito cedo, apenas metade dos pontos serão contabilizados. E o campeonato agora tem:
Button 15, Barrichello 10, Trulli 8.5, Glock 8, Heidfeld 4, Alonso 4, Rosberg 3.5, Buemi 2, Webber 1.5, Hamilton 1, Bourdais 1
Antena Brother Abril 3, 2009
Posted by Gabriel Marcondes in Indefinido.Tags: antena, broadcast, brother
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picotutorial: misturando C e Python Abril 2, 2009
Posted by Gabriel Marcondes in Computação.Tags: C++, cython, python
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Eu ia escrever uma introdução legal mas desisti. Este texto será uma introdução MUITO, MUITO BÁSICA em como chamar seu código C em código Python, usando Cython.
Bons motivos pra querer isso: desempenho (Python é rápido, C é ainda muito melhor) e programação estruturada (coisas que se faz melhor em C do que em Python, como mexer com matrizes – sujeito a discordâncias!).
Basicamente o Cython é Python mais os tipos de C, que são declarados com as palavras reservadas “cdef”, “ctypedef” e coisas parecidas.
O exemplo vai mostrar alguma coisa, mas a referência oficial é o site oficial! Existe muito mais além do que mostrarei. Agradecimentos ao amigo Gaúcho pelas dicas e paciência.
1. Instalando Cython
Primeiro, certifique-se de ter os “python setup tools”.
$ sudo aptitude install python-setuptools
Pra poder usar o “easy install”
$ sudo easy_install cython
E pronto, o Cython estará na sua máquina
2. Escreva seu código C
Escreva o que precisa em C, sem pensar no Python. Neste exemplo, algo bem bobo.
arquivo “exemplo.h”
#ifndef EXEMPLO_H
#define EXEMPLO_H
typedef struct {
int n;
} Estrutura;
void printa(void);
#endif
arquivo “exemplo.c”
#include "exemplo.h"
#include <stdio.h>
void printa(void) {
printf ("oi\n");
}
3. Embale pra viagem em Python
Aqui entra o Cython. É um arquivo .pyx onde você mistura Python com tipos do C, e no caso aqui vamos fazer wrappers pra usar as funções escritas em C a partir do Python.
arquivo “ex.pyx”
cdef extern from "exemplo.h": ctypedef struct Estrutura: int n void printa() def diz_oi(): printa() cdef class Est: cdef Estrutura e cdef public int i def __init__(self): self.e.n = 0 def show(self): print self.e.n def nova_estrutura(): cdef Estrutura est est.n = 1 return est
O bloco que começa com “cdef extern” diz de onde virão as definições dsa variáveis declaradas. Caso elas fossem declaradas fora de um cdef extern, elas seriam criadas pelo Cython; mas nesse caso elas foram buscadas no cabeçalho referido.
A função diz_oi (estilo Python) chama a função printa (estilo C) sendo o exemplo básico de wrapping. Ou seja, ao importar o módulo no futuro, diz_oi será um meio de chamar printa.
Podemos agrupar coisas em classes, como feito no bloco “cdef class”. A classe Est traz campos estilo C, e exemplifica uma limitação do Cython: instâncias dessa classe não podem acessar o campo “e” (dentro dessa classe pode, como feito na função show). Já o campo i (inteiro, assim como floats e doubles) é acessível, desde que declarado public ou readonly.
Pra ver o que acontecia, eu escrevi a função nova_estrutura que retornava uma estrutura. O resultado? Mais adiante.
4. Compila a bagaça
Pra construir uma extensão, precisamos de um arquivo “setup.py”:
from distutils.core import setup
from distutils.extension import Extension
from Cython.Distutils import build_ext
srcs = ['ex.pyx', 'exemplo.c']
setup (
cmdclass = {'build_ext':build_ext},
ext_modules = [Extension("example", srcs)]
)
E então vamos à linha de comando…
$ python setup.py build_ext --inplace
E pronto, se tudo der certo não tem mensagem de erro (d’oh!).
5. Usa
Aí abra um terminal e chame o python. Pelo setup que foi feito, o módulo de extensão criado se chama “example”, e é importado como qualquer outro. Veja o que fiz pra testar.
Repare:
s recebeu o retorno de nova_estrutura(), que era uma struct, e virou um dicionário em Python!
c.show() acessa os campos da struct embutida na classe. c.i acessa diretamente o campo int, também estilo C. Mas ao tentar acessar diretamente o c.e, temos o erro.
—
Inté,
Gabriel Marcondes
Garrafada Abril 2, 2009
Posted by Gabriel Marcondes in Indefinido.4 comments
Não ia pra casa havia uns 6 anos. Mas o caminho ainda era claro na cabeça, e foi fácil ensiná-lo ao colega de serviço do meu pai que me levava de carona no seu Escort azul claro.
A um quarteirão de casa, me veio à cabeça que eu tinha esquecido de trazer as chaves. Elas ficaram a 800km de distância! Meus pais provavelmente estavam fora, trabalhando, e os irmãos menores estudando. “Me ferrei!”. Mas a poucos metros de chegar, o motorista faz uma observação pertinente:
- Acho que você não vai ter trabalho pra entrar, alguém te ajudou sem querer.
A Saveiro branca, parada em frente à rampa da garagem (sujeita a multa) de modo torto e ainda ligada, poderia indicar que alguma visita feminina estava lá. Mas na verdade, pensamos foi em ladrões, o que constataríamos como verdade. Desci do carro, deixei lá minha mochila com o computador, empurrei o portão de correr e vi que ele abriu sem resistência. Haviam estourado o cadeado. Tinha ladrões lá dentro.
Antes de entrar, dei uma rápida olhada na Saveiro. Entrei pela porta do passageiro e vi que a chave estava no contato. “Ladrão com ladrão se paga”, pensei, desliguei o carro, catei a chave e pus no bolso. O mais legal: o carro tinha um palm no painel. Catei também.
Entrei pelo portão, e ainda nos primeiros metros do caminho de brita que levava à garagem, gritei: “Ladrão filho da puta, sai daí agora! Você vai se ferrar!”. E então veio um homem, com seus 40-45 anos, cabelos brancos, gordo, e um pouco cambaleante. Com uma garrafa de cerveja na mão.
- Tem mais alguém ou só você? – perguntei.
- Tinha mais um, mas ele já foi embora correndo.
- E ele levou alguma coisa?
- Só o aparelho de dvd que veio com o Home Theater.
Não sei como ele sabia que o dvd tinha vindo com o Home Theater. Seria ele assinante da Época, tendo participado da mesma promoção que meu pai? Não creio. Mas nem cheguei a pensar nisso naquela hora. Pedi que ele me entregasse a garrafa. O bandido virou o final de um gole só, e me entregou o casco.
- Vamo lá conferir então – ordenei.
Começamos a andar. Eu, com muita satisfação, sentia o peso da chave do carro e do palm no meu bolso.
Entramos pela sala e pude ver que o escória tinha sido sincero. Fiz menção de conferir os quartos, pra ver meu aparelho de som. Ele começou a andar pelo corredor. Então, pensei em acertá-lo na cabeça com a garrafa, assim que virasse de costas. E tentei, mas acertei seu ombro direito.
Ele não fez muita cara de dor, mas a garrafa quebrou, deve ter doído nela, pelo menos. Primeiro eu pensei “ih, me ferrei”, mas logo em seguida eu realizei que agora tinha uma arma pontiaguda na minha mão! Fui pra cima dele mais uma vez, com a garrafa quebrada, e então a adrenalina me dopou e só lembro de algumas poucas cenas.
Uma delas tinha o adiposo ladrão no chão, com algum sangue ao redor. E depois me lembro dos paramédicos do SAMU, acompanhados de dois PMs, levando-o de maca, enquanto eu assistia pela janela do meu quarto. E o som tocando The Mirror em volumes pouco recomendados pela lei da boa vizinhança.
Pus a mão direita no bolso. Uma chave de carro e um palm. Hehe.
E só depois disso tudo é que fui me dar conta de que já não morava naquela casa havia 5 anos, tendo morado em mais outras duas antes da verdadeira casa atual. Que ficava a uns 2km dali.
SPFC contrata Adriano (em definitivo!) Abril 1, 2009
Posted by Gabriel Marcondes in Futebol.Tags: adriano, bambi, morumbi, são paulo, são paulo contrata, spfc, tricolor
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Feliz primeiro de abril.

