Capítulo 2 Agosto 13, 2007
Posted by Gabriel Marcondes in Epopéia.trackback
Fui convidado para uma convenção de físicos astrônomos. Não que eu tivesse algum conhecimento da área, mas pelo coffee-break mesmo. O ano era 3811 “D.C.”, que ninguém sabe o que significa.
E foi lá que eu descobri alguma coisa de modo bem desagradável. Tão desagradável que eu nem me lembro mais o que era. Perdi a memória, quebrei um braço e tive um pé amputado.
Passei 130 anos em coma. Acordei ano passado. Agora, sou motorista. De ônibus espacial- nem precisa mais ter conhecimento pra isso atualmente. Eu faço a linha Andrômeda-Terra, que é como uma Penha-Lapa: já foi a maior em extensão, hoje perde pra várias; mas ainda é importante.
De resto mais nada. Agora você pode ler o Epílogo.
E assim acabou a minha história espacial.
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