Prólogo Junho 12, 2007
Posted by Gabriel Marcondes in Epopéia.trackback
Senti um formigamento na mão. Olhei pra ela e vi um pequeno corte que aumentava bem devagar.
Mas não vi ali dentro nem sangue, nem carne, nem osso: eu vi o nada. Fui o primeiro ser humano a ver o nada.
O corte aumentava, com velocidade crescente. Então ele se expandiu além da minha mão, e começou a dividir o que estava à minha frente, e eu via cada vez mais do nada.
Nesse instante, tudo que os físicos ainda não tinham descoberto fez diferença. E, mesmo que já soubessem de tudo, nem todos os humanos juntos poderiam parar o rasgão do espaço-tempo.
E o Universo se dividiu, mais uma vez.
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Adicionei uma categoria nova- “epopéia”, onde, quem sabe, continuarei essa história. Lá também está o “Epílogo Inicial”, o primeiro post da série.
mto bom!
Interessante! Posta mais que agora quero ler
Abraços