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Pronto, Falo Dezembro 12, 2009

Posted by Gabriel Marcondes in Indefinido.
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Chega de dizer com meios fatos, perdido em posts gigantes sobre a vida universitária geral. Aproveitarei minha cabeça quente nesse sábado, 12 de dezembro, duas e vinte e oito da madrugada, pra falar o que tem me deixado puto ultimamente, inclusive hoje.

Alguns que lerem isso sem me conhecer poderão falar que sou ranzinza, preconceituoso, anti-social, ou coisas piores (me chamarão de nazista talvez, na falta de ideias). Chamem do que quiser.

Permeei os textos anteriores com  o fato de viver cercado de idiotas. Na verdade, os idiotas são poucos, que perturbam por muitos. O tal do “acorda alojamento”, ou os tais das “laundry parties”.

Vamos começar com uma enumeração, como se eu estivesse conversando com você do seu lado, e contando as coisas nos dedos:

  • Esse ano entrou um novo morador no meu apartamento
  • Ele é índio
  • A primeira coisa que pensei foi “legal, quem sabe ele me ensina um pouco da língua dele”
  • Índios seguem regras diferentes
  • Índios podem ser reprovados em todas as disciplinas
  • O que mora comigo vive bebendo
  • O que mora comigo anda com uma turma de outros índios
  • A turma também vive bebendo

Isso aí já foi uma boa introdução. Mais detalhes: bebem praticamente de segunda a domingo. Não sabem fechar portas sem batê-las. Ouvem Victor & Leo e Dejavu (não sei se se escreve assim, e nem vou procurar).

Vamos ser específicos sobre o que mora comigo: começou a sumir comida da geladeira depois que ele entrou (não disse que foi ele!), tábua da privada mijada depois que ele entrou (não disse que foi ele!), panelas e louças sujas depois que ele entrou (não disse que foi ele!). Ele chega às 5h da manhã batenda as portas e coloca música alta. Coloca comida pra esquentar no fogão e dorme.

Não lembro se contei, mas nesse episódio de esquentar comida e dormir, quase põe fogo no apartamento, há algumas semanas. Acordei às seis da manhã com um desconhecido batendo na porta do meu quarto. Atendi zonzo, puto por ter sido acordado – achava que era o cara me acordando, e ele já tinha ficado ouvindo música até as 5h! – e o desconhecido me diz “sua cozinha estava pegando fogo, eu vim e apaguei”.

Considere o fato de que o idiota (adjetivo mais carinhoso com o qual consigo chamá-lo) costumava trancar a porta da sala, o que nós não fazíamos, mas pelo menos nesse dia não trancou. E considere que o desconhecido estava passando na frente do meu prédio com um balde na mão às seis da manhã. Pondere as probabilidades e veja o quão improvável é que eu esteja aqui ainda, escrevendo, ao invés de ser uma torradinha na geladeira do IML.

Depois desse episódio, o resto do pessoal que mora comigo ficou de saco cheio, reunimos com ele, explicamos todas as coisas que estavam nos incomodando desde que ele entrou, e que inclusive já tínhamos pedido que ele maneirasse. Toleramos bastante mas a paciência acabou, mandamos ele procurar outro lugar pra ele.

Dexter comofas//

Dexter comofas//

Mas tá lá ainda, o maldito. Não foi embora ainda, mas vai semana que vem em definitivo, não vai mais voltar. Desistiu. Viu que não era o mesmo mamão-com-açúcar que foi o vestibular especial (que era simplesmente ver se ele sabia falar português). Ficou um ano morando e bebendo às custas do governo -às custas do contribuinte, diria o jornalista – se dedicando apenas a beber e beber e beber.

Hoje pra variar, bateção de porta e música alta. Dejavu desde as 21h até as 1h, e continuando. O normal na vida dele, de quem chega em casa toda noite às 3h e acorda às 15h. Sem dar a mínima pra quem trabalha todo dia às 8h, e ainda tem que estudar pra ser aprovado e formar.

Acho que a perturbação do sossego é um dos atentados mais cruéis ao ser humano. Pelo menos é pra mim. Eu morto depois de uma semana de serviço, chego em casa e não consigo descansar. Fiquei muito, muitíssimo puto. Abri minha porta e fechei-a com toda a força, de raiva e como sinal. A resposta dele foi…. trancar a porta do quarto dele!

Fazer silêncio aê, porra

Fazer silêncio aê, porra

O sangue subiu à minha cabeça- e como não quis perder a razão, saí. Vim aqui pro centrinho usar a internet, talvez vire a noite aqui, esfriando a cabeça. Lá na mesa da copa ficou um bilhete: “RESPEITO, sabe o que é isso? Ou você está muito bêbado para ler?”. Veremos se haverá resposta. Falar com ele? Esquece, já tentou falar com bêbado?

Eu bebo às vezes, todo o pessoal lá do apartamento também, mas ninguém nunca avacalha o sossego dos outros como esse tem feito. Existe limite, existem bom senso, e isso o cara definitivamente não tem.

Vocês hão de concordar que o cara é um idiota pelos seus atos e, principalmente, falta de semancol. Errar uma vez é aceitável, e nós aceitamos um, dois, cinquenta erros dele, fomos tolerantes demais, o cara folgou. Existem blocos mais “bagunceiros”? Sim, mas o nosso não era assim, e ele deveria ter se adaptado a nós, e não nós a ele.

Enfim, termina meu caso específico. O discutível agora é a parte de ele ser índio. Provavelmente um ou outro leitor vai pensar que foi preconceito/intolerância minha. Isso é um erro. Em momento nenhum eu atribuí as merdas que ele fez à sua origem, e claramente esse comportamento pode muito bem vir de alguém caucasiano, aborígene, afro, mongol, cilônio, marciano, artrópode, batráquio, etc. A estupidez humana é infinita, diria Einstein, vulgo Betinho. Completo com um “onde há humano, há merda”.

Concordamos todos então no fato de que idiotice não vem de etnia.

Mas ó: conheci (de vista) uns dez índios dessa turma dele. Todos, TODOS os que conheci vindo ao meu apartamento atrás do meu “colega”, vinham pra chamá-lo pra beber. Posso contar nos dedos as vezes em que estes caras não estavam cambaleando de bêbados, fosse à meia-noite ou fosse ao meio-dia.

Quer dizer que todos são assim? NÃO.

Passa a impressão de que todos são assim? SIM.

O ser humano é naturalmente preconceituoso, a xenofobia está enraizada em todas as culturas. Desde o tempo em que vivíamos em cavernas. Somos bichos, não podemos escapar disso. Nosso racionalismo pode se sobrepor? Pode. Mas nossos instintos continuarão lá à espreita, esperando a hora de saltar pra fora. Eu, que me achava livre dessa merda e fiquei até animado em ter um colega índio, estou aqui agora, assumindo que tenho a impressão de que todos os índios são idiotas por causa de um. O instinto deu o bote.

(Uau, virou um tratado de sociologia!)

Eu sei que não são. O que quero ressaltar, então, é o fato de um grupo de vagabundos estar denegrindo a imagem de todo seu povo. Vagabundos que tiraram meu sossego, avacalharam meu descanso, me deixaram puto e eu acabei escrevendo essa merda aqui.

Obrigado pelo seu tempo, e me desculpem qualquer coisa.

E Depois? [parte 3] Dezembro 9, 2009

Posted by Gabriel Marcondes in E Depois?.
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Pelo jeito, o “E Depois” vai ser um trabalho em andamento. Vou transformar em categoria. Fica algo do tipo “As Aventuras de um Recém-Formado”, mais ou menos em live-timing.

Entendam aquele primeiro post da série como um desabafo sobre as merdas que me encheram o saco nos cinco anos. E o segundo como uma tradicional manifestação da minha preguiça de escrever posts em série. Vamos ao 3.

Retrospectiva dos últimos dias:

2/dez (quarta) -

Não fui ao rodízio pra estudar pra prova do Mascarenhas, a mais difícil das que estavam por vir, na qual eu precisava de “quatro e pouco”.

3/dez (quinta) -

Prova do Mascarenhas. Difícil, porém previsível. Estudei bastante, mas erradamente. Tirar uns 2.5 ou 3 seria lucro, aí contaria com a tradicional “normalização”, quando o professor sobe um pouco a nota de todo mundo, com pontos suficientes para que a maior nota vire 10.

5-6/dez (fim de semana) -

“Probabilidade e Estatística” direto, só interrompido por refeições, banhos e última rodada do brasileirão. Livro do Morettin lido do início ao fim, listas do professor debulhadas.

7/dez (segunda) -

À tarde, prova de Probabilidade e Estatística. Bom desempenho. À noite, concurso público para Analista de Sistemas no ICMC-USP. Poderia ter ido bem, se eu tivesse estudado um pouco para ele.

8/dez (terça) -

Cerca de 17h, eu e o Daniel vamos ao DC. Confiro as notas no mural: 6.3 na média de listas de exercício, 7.4 na prova 1. Prova 2….. 4.2. QUATRO PONTO DOIS. Calculei rapidamente a média, dava 5.92. Fui atrás do professor. “Fiquei com 5.92, preciso fazer substitutiva?”. “Não, tudo tranquilo, tá aprovado, né iss?”. Detalhe: a normalização foi de 1.7.

9/dez (quarta) -

Onze e pouco da manhã, abro meu email. Nota da prova de estatística: 7.5. Sucesso total.

Acabaram-se as matérias.

Formei.

PORRA.

E agora?

E Depois? [parte 2] Dezembro 8, 2009

Posted by Gabriel Marcondes in E Depois?, Indefinido.
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Maldita a hora que coloquei “parte 1″ no outro texto e me obriguei a escrever uma parte dois.

Ok, então agora ao “E Depois?”.

Conto quando souber.

E Depois? [parte 1] Dezembro 1, 2009

Posted by Gabriel Marcondes in Computação, E Depois?, Indefinido, Universidade.
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Dias atrás, numa das conversas-comédia que rolam na sala lá do meu bloco de aloja, o Enio – um caipirão gente finíssima da Estatística, bom de bola pra caramba e baita contador de causo, junto do seu inseparável parceiro Anderson – soltou essa:

- Depois que eu formar e tiver meu dinheiro, a primeira coisa que vou fazer é comprar uma arma.

Claro que a gente pensa nisso várias vezes durante o curso, na maioria das vezes só de brincadeira, e quase sempre relacionado à professores que não merecem esse mundo, ou companheiros de apartamento incendiários. Mas eu perguntei por quê.

- Pra dar um tiro na fuça do primeiro caboclo que disser “esse cara tem sorte”.

E cá com meus botões, a 6 dias da possível última prova e 17 do término do último semestre da minha faculdade, dou razão ao rapaz, relembrando o que a gente passou até aqui.

Porque não faltará gente pra dizer que somos de sorte. Fiz o curso inteiro morando no alojamento, com bolsa de alimentação e atividade (menos nos últimos dois anos, quando comecei a estagiar), um curso de boa reputação sem mensalidade, com alguma estrutura (pelo menos a imagem que passa). Por que não dizer que eu tenho sorte?

As bolsas foram condições sine qua non. Vivi dois meses em república antes de consegui-las, e se tivesse ficado mais alguns sem elas, meu pai teria falido e eu teria voltado pra casa antes do fim do primeiro período. O curso é de graça. É sorte? Não creio. É um direito. Mas enfim, a birra minha estaria além disso.

A encasquetação (aha!) está em toda a chateação que passei- e creio que falo pela maioria, embora não clame por representá-los. Tente imaginar, caro leitor, a merda que é morar cinco, seis anos num lugar que não é seu, onde você está, de certo modo, “de favor”. De ter que obrigatoriamente dividir quarto, e dividir o apartamento com seis a nove pessoas que você não necessariamente gosta. Claro que a maioria das pessoas com quem convivi eram boa gente, mas sempre tem um idiota de vez em quando.

Ou quando o idiota não mora com você, mora nos apartamentos do lado. Ou fazem festas na LAVANDERIA ouvindo Victor e Leo até as 4h da manhã, numa quarta-feira véspera da sua prova mais difícil. Ou sai correndo entre os prédios gritando “acorda alojamento!” ou “eu não vou morar nos prédios novos, mas pelo menos não vou deixar vocês dormirem!”.

Ah, claro que isso faz parte da construção do seu caráter. Puta merda, que frase escrota essa! Preferia viver sem caráter a ter vivido certas situações. Mas no fim das contas, saí vivo e inteiro, e engenheiro.

Outro ponto, que era o principal na ideia do contador de causo: o curso em si. É difícil, a não ser que você faça humanas, claro! (Provocação gratuita porém bem fundamentada). E principalmente porque ele faz ESTATÍSTICA. Eu tenho uma noção de como ele sofre, porque eu tenho UMA disciplina de estatística na minha grade e já é suficiente pra causar asco. Imagina o curso? Não à toa, é o curso com maior desistência.

Noites em claro estudando, muitas horas fazendo trabalhos, aflições na espera de notas, correr atrás de professor, correr atrás de colegas de grupo irresponsáveis e ter que fazer a parte deles, etc, etc.

Mas…

Caramba! Nem era isso o assunto principal. O assunto era: e depois?

E depois da faculdade, comofas//

[continua...]

Mammaaa Mammmaaaaa Novembro 25, 2009

Posted by Gabriel Marcondes in Indefinido.
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Simplesmente, eu não podia deixar passar.

Afastazaga vence na despedida Novembro 13, 2009

Posted by Gabriel Marcondes in Computação, Futebol.
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Na partida que deve ter sido a última de sua história – dificilmente a EnC04 terá time para jogar o Interanos do próximo ano – o Afastazaga finalmente conseguiu vencer uma partida na edição de 2009.

Enfrentando o BCC06B, o maior adversário foi na verdade o sol das 13h. Mesmo sem muita disposição para correr, o time postou-se bem com uma formação diferente: GG no gol, Talvik e Gaúcho na zaga, elevando a altura do time. TPM e Morita completavam o cinco inicial. Apesar de tomar dois gols no começo, a reação não demorou, ajudada pelo fato do adversário não ter reservas. Daniel entrou no decorrer da partida.

O primeiro tempo terminou empatado em 3 a 3. No segundo tempo, GG voltou para a linha e Gaúcho para o gol. Mais gols saíram, com o cansaço dos dois lados.

No final, 10 a 7 para o Afastazaga, sem muito esforço. “Fosse à noite, teríamos feito uns vinte”, disse GG, que fez mais um gol para sua carreira e terminou o Interanos com um gol em cada jogo. Outro destaque da partida foi, novamente, o grande número de bicos para a lateral, arrancando gritos de AFAAAASTAZAGA da torcida presente.

E assim foi o honroso final da história da EnC04-Afastazaga nas quadras da UFSCar.

Super Bateria Novembro 12, 2009

Posted by Gabriel Marcondes in Computação.
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Muito mais loca que o Bátima.

Bateria Muito Loca

Isso que ela parou de carregar no meio da carga!

Só Doido Novembro 11, 2009

Posted by Gabriel Marcondes in Indefinido.
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Eis que reapareço.

Depois do passeio caipira por Sorocaba (comendo Yakissoba) e Mogi Guaçu (comendo churrasco), aproveitei o feriado prolongado em São Carlos – 2 a 4 de novembro sem expediente, além de não ter aula de 2 a 6 de novembro – emendei o feriadão com alguns dias de férias que ainda podia pegar no trampo (hoje é o último dia) e fui pra Minas descansar de fazer nada.

Nada de diferente do comum – muito videogame e truco com os primos, campeonato de ping-pong (campeão com cem por cento de vitórias!) e downloads. Comprei a passagem de volta pra essa terça, vulgo ontem.

Sentei no buzão, em BH rumo a Sanca, poltrona 17. Antes de mim, só tinha subido uma pessoa, um homem doido. Sabe, cara de doido mesmo. Camisa do Corinthians. Não, não era afro, seus racistas. Era só doido mesmo. Falava alto.

Depois subiu um velho doido. Sentou na 15, que é na fileira da frente, mas na janela do outro lado. O velho doido levantou e começou a fechar todas as cortinas do buzão, desde lá da frente. Ainda veio, todo folgado, perguntando pra mim: se importa de fechar a sua cortina?

Eu gosto dela aberta, respondi. O velho ficou igual um lápis que caiu no chão – DESAPONTADO! Tanto que acabou procurando outro lugar mais pra frente pra sentar, porque uma cortina aberta provavelmente iria cegá-lo durante a noite. Passou pra 11.

Depois desse velho entrou um gordo doido. E todo sujo. Tipo mecânico, só que de roupas civis. E veio falando sozinho: onde tá a roda? Onde é a roda? Tenho que ficar longe, to com pedra nos rins.

Sentou na 23 e dormiu. Roncou, claro. Ainda bem que levei fone.

O número de passageiros teria aumentado um pouco. Uma mulher com uma criança pequena – daquelas que choram e importunam a viagem inteira – tentou embarcar, mas estava sem documento da criança. Mostrou o cartão de vacinação, disse que na vinda de São Paulo isso foi suficiente, mostrou passagem de quando veio, por outra empresa. Mas o motorista não podia aceitar aquilo como identificação. A mulher implorou que ele deixasse, disse que Jesus ia proteger, como tinha protegindo na viagem anterior, de não ter fiscalização. Mas o motorista não aceitou, pediu a autorização do juiz, e a mulher foi embora, sei lá como se resolveu, aí Jesus pôde aproveitar o apagão com uma preocupação a menos, eheheh.

Pois é, apenas QUATRO pessoas estavam no ônibus. Mais quatro subiram em Divinópolis, e umas duas ou três em Franca. Noventa e nove por cento das viagens desse ônibus, em dias de semana, são assim, quase vazias. Mas quando você vai comprar passagem, sempre tem uma ou duas vagas disponíveis, apenas. Incrível, aí tem treta.

Sobre o apagão, só fiquei sabendo mais ou menos meia noite e meia, na primeira parada do ônibus, tava passando Jornal da Globo. Caguei pro apagão, voltei pro buzão e dormi mais.

E só pra encerrar, cheguei em Sanca 7h30 – o ônibus NÃO passou em Araraquara. Ele SEMPRE passava em Araraquara e eu SEMPRE tinha esperanças que ele não passasse, pra que eu pudesse chegar mais cedo em São Carlos e pegar a aula das oito. Hoje que não precisava, ele não passou.

Putos.

Relato de F1 2009 AbuDhabi FAIL Preview Outubro 31, 2009

Posted by Gabriel Marcondes in Indefinido.
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Só pra deixar avisado que a corrida de encerramento não terá um post aqui, por motivos churrásquicos mogiguaçústicos.

E me ausento a partir de agora por motivos yakissóbicos sorocábicos.

Afastazaga perde terceira e está eliminado Outubro 30, 2009

Posted by Gabriel Marcondes in Computação, Futebol.
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A noite de 29 outubro marcou o fim matemático de um sonho que já vinha se tornando um pesadelo. Apesar de toda a vontade e dedicação em buscar pelo menos disputar uma final, o Afastazaga sequer classificou-se para a segunda fase no Interanos 2009, na que será provavelmente a última participação do time (antigamente EnC04) neste torneio.

A partida contra o time da Pós era esperada como o “momento da virada”. Dois anos antes, a EnC04 venceu facilmente a Pós, e esperava repetir o feito, mesmo que com dificuldade. Mas os adversários tinham um time completamente novo.

E esse novo time da Pós começou o jogo muito mais ligado, fazendo quatro gols logo nos primeiros minutos, aproveitando-se de erros bizarros em saída de bola e alguns passes errados.

Logo em seguida, o Afastazaga acordou. Acertou a marcação – que passou a funcionar melhor do que nunca, com um posicionamento bem arranjado e obediência tática inédita – e saiu pro jogo. Porém, pecava em tocar excessivamente a bola e chutar pouco, além de sofrer com a boa marcação sobre seu pivô.

Mas a exemplo do que aconteceu nos dois primeiros jogos, a desvantagem no placar já era muito grande e não havia tempo para reação. Por isso, mesmo dominando o segundo tempo e fazendo seu melhor jogo no campeonato (descontado o início desligado), não houve possibilidade de arrancar sequer o empate.

Placar final, Pós 13 x 6 Afastazaga (Daniel, GG, TPM, Morita 2, Gaúcho).

Destaque para o belo gol do goleiro Gaúcho; e para o bico-pro-mato-que-é-jogo-de-campeonato de Morita, um dos mais bem executados da história do time, que teve direito a empolgados gritos de “AFAAAAAAAAAASTA A ZAGAAAA”.

Na sexta-feira, 13 de novembro, o Afastazaga volta à quadra, cumprindo tabela contra o BCC06B.